SONHOS, MAGIA E UM POUCO DO IMPOSSÍVEL

Não, não tenho falsas expectativas sobre o mundo. 

Passei por algumas desilusões, e doeu, doeu muito. Sempre doi quando descobrimos que o véu que separa a realidade das idealizações é mais fino e sutil do que imaginamos. Porém, ele existe, e deve permanecer ali. 

Com nossas idealizações moram os sonhos, a magia e um pouco do impossível, aquele que nos move sempre em frente, que nos motiva a continuar. Desiludir, no sentido de retirar a ilusão, é necessário e inevitável. Crescemos e percebemos que a vida não é uma floresta de doces e chocolates, não importa quantos bilhetes dourados tenhamos encontrado.

Descobrimos que a vida não é um país das maravilhas, tampouco um cenário de guerra irrefreável. É um pouco de tudo. Um pouco da luta, um pouco da dor. Um pouco do sonho, um pouco do amor. É tudo ao mesmo tempo, e por isso, até um pouco desconcertante às vezes. 

Então, nos cabe ajustar os óculos, acertar o nível de nossas expectativas e seguir. Iludidos, um pouco, com os pés na realidade e a cabeça no céu, nos sonhos, no impossível. 

Viver sabendo que a vida é o que fazemos dela. É a soma de nossas experiências e pretensões. De nossos sonhos e desejos. Do quanto estamos dispostos a abrir mão, do quanto estamos dispostos a ceder. Equilibrando ilusão e realidade, magia e possibilidade, caminhando, voando e flutuando. Sempre, porém, nos movimentando. Em frente.

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